Planejamentos

Texto “A escravidão nas cidades”

Aprender sobre verbos que indicam relações causais entre os acontecimentos.

  • Analisar as relações entre os participantes e os processos-chave
  • Reescrever em resposta a uma pergunta geral sobre o tema
  • Verbos causais
  • Participantes humanos
  • EF04HI06 - Identificar as transformações ocorridas nos processos de deslocamento das pessoas e mercadorias, analisando as formas de adaptação ou marginalização.
  • EF04HI10 - Analisar diferentes fluxos populacionais e suas contribuições para a formação da sociedade brasileira.
Passo 1

Definir os objetivos de aprendizagem

A partir da leitura desse texto, espera-se que os alunos compreendam a relação entre a exploração mineira empreendida pelos colonizadores e o surgimento de cidades no interior do Brasil. O texto permite conhecer a diversidade de atividades e ofícios que surgiram nesse contexto, bem como refletir sobre o fato de que os trabalhos mais pesados continuaram a ser realizados pela população escravizada.

Texto

A escravidão nas cidades

A mineração atraiu grande número de pessoas para as regiões das minas. Isso possibilitou o surgimento de algumas vilas e cidades e o crescimento de outras que já existiam na época.

Nas vilas e cidades, o comércio cresceu e desenvolveram-se muitas atividades e ofícios. Alfaiates, sapateiros, ferreiros, barbeiros, carpinteiros, pedreiros, ourives, escultores, músicos, pintores e muitos outros profissionais atendiam a população.

Os escravizados realizavam diversas tarefas nas cidades. Levavam recados, transportavam pessoas, vendiam mercadorias, faziam o calçamento e a pavimentação das ruas, entre outras atividades.

Fonte: 

EDIÇÕES SM. Aprender Juntos: Ciências, História e Geografia. 4º ano, 1ª edição. p. 95. São Paulo, SP, 2017.

Relação do texto com a BNCC de História

O texto oferece oportunidades para que os alunos continuem aprendendo sobre as transformações ocorridas como resultado do deslocamento tanto de grupos humanos quanto de recursos com alto valor econômico (EF04HI06). Com base na leitura dos textos estudados previamente, os alunos devem lembrar que o Brasil chegou a ser o maior produtor de ouro do mundo no século 18. Isso permitiu que os colonizadores portugueses gerassem as riquezas que tinham motivado a colonização do nosso território desde o início.

Mas, os alunos devem recordar também que “pessoas de diferentes partes da colônia” tinham se dirigido à região das minas com o objetivo de colher os lucros produzidos nesse contexto. “A escravidão nas cidades” apresenta uma das consequências desse fluxo populacional em direção às áreas mineradoras: o surgimento de vilas e cidades, onde novas profissões e ocupações foram adotadas pelas pessoas brancas, livres (EF04HI10).

Pode-se inferir a partir do texto que, apesar de serem os principais agentes responsáveis pela extração do tão valorizado ouro e pela construção da nascente infraestrutura urbana, as populações negras permaneceram na condição de escravidão e não tiveram acesso à prosperidade decorrente desses processos.

Código BNCC Habilidade da área de História
EF04HI06 Identificar as transformações ocorridas nos processos de deslocamento das pessoas e mercadorias, analisando as formas de adaptação ou marginalização.
EF04HI10 Analisar diferentes fluxos populacionais e suas contribuições para a formação da sociedade brasileira.

Relação das atividades com a BNCC de Língua Portuguesa

Conforme será detalhado nos próximos passos, as atividades que propomos para ensinar e aprender a estudar textos, além de favorecer a apropriação de conhecimentos históricos, contribuem para alcançar objetivos previstos nas diretrizes da área de Língua Portuguesa. 

Na medida em que os alunos são convidados a participar da leitura, comentário e análise de textos, espera-se que desenvolvam também conhecimentos letrados próprios dos campos de estudo e pesquisa, incluindo os eixos de:

  • Oralidade
  • Análise linguística/semiótica
  • Leitura/escuta
  • Produção de textos
Passo 2

Entender o texto para ensinar melhor

Para tomar decisões sobre como organizar o trabalho pedagógico em torno da leitura de um determinado texto, é importante atentar-se não só ao conteúdo histórico estudado, como também à forma em que ele é apresentado.

A partir de uma análise minuciosa das características da linguagem de cada texto, como a que apresentamos a seguir, é possível antecipar intervenções produtivas a serem incorporadas no seu planejamento.

Veja o resultado da anotação do texto

Depois de analisar detalhadamente o texto “A escravidão nas cidades”, sugerimos elaborar um quadro de síntese que ajude a visualizar a relação entre conteúdo e linguagem que estará em jogo durante as atividades de leitura.

Veja o quadro de análise desse texto

Na parte inicial do texto, é possível identificar o uso de verbos que ajudam a explicitar as relações de CAUSALIDADE entre a exploração mineira e o surgimento de vilas e cidades:

  • “A mineração atraiu grande número de pessoas para as regiões das minas”.
  • “Isso possibilitou o surgimento de algumas vilas e cidades e o crescimento de outras que já existiam na época”.

Desse modo, a mineração é apresentada como um dos motivos que fez com que diversas pessoas se deslocassem até as regiões mencionadas em um dos textos lidos anteriormente. Esse deslocamento, por sua vez, teve duas consequências: o surgimento de algumas vilas e cidades, assim como o crescimento de outras.

Entre os PARTICIPANTES encontramos os coletivos humanos formados pelos diferentes tipos de trabalhadores que atuavam nas cidades (“alfaiates”, “sapateiros”, “ferreiros”, etc.), bem como as pessoas negras escravizadas nesses locais (referidas no texto como “os escravizados”). Também são mencionadas as seguintes entidades não humanas como agentes dos processos relatados: a mineração e o comércio (ambos conceitos relativos às atividades econômicas daquele momento histórico).

Para além das explicações acima mencionadas, os ACONTECIMENTOS do texto enumeram as atividades e ofícios que foram desenvolvidas para atender a população das cidades próximas das minas.

Saiba mais

Para entender melhor as características do texto, alguns conceitos podem ser úteis.

1. Verbos causais: Com frequência, encontramos que a relação causal entre os acontecimentos descritos se estabelece mediante o uso de verbos. No lugar de introduzir um conector causal explícito, o texto apresenta acontecimentos que são a explicação de outros acontecimentos, cabendo ao leitor “desempacotar” as informações e compreender as relações lógicas estabelecidas pela sequência textual.

Alguns dos verbos que costumam expressar relação causal entre acontecimentos são: "resultar", "motivar", "ocasionar", "provocar", "causar", "incentivar", "alterar", "continuar", etc.

MODERNA. Projeto Buriti – História. 4º ano, 1ª edição. São Paulo, SP, 2011.
MODERNA. Projeto Buriti – História. 5º ano, 1ª edição. São Paulo, SP, 2011.

Como vimos, o uso de verbos causais pode vir acompanhado por nominalizações, o que exige que o leitor seja capaz de identificar os agentes dos acontecimentos e explicitar as relações de causa e efeito entre eles. No primeiro caso, por exemplo, o participante do acontecimento é a “necessidade” – trata-se de uma nominalização, um processo resumido em um nome. Diz-se que a necessidade... estimulou. Isto é, provocou, teve por consequência, ocasionou.

2. Participantes humanos: As palavras que apresentam os participantes (ou seja, quem participou dos acontecimentos que o texto relata, descreve ou explica) podem ser substantivos que se referem a agentes humanos, indivíduos ou coletivos. Vejamos um exemplo.

MODERNA. Projeto Buriti – História. 5º ano, 1ª edição. p. 94. São Paulo, SP, 2011.

Neste fragmento, identificam-se entre os participantes humanos: tanto indivíduos como o “marechal Eurico Gaspar Dutra” e “Getúlio Vargas”, quanto coletivos de pessoas, como “os trabalhadores” e “os empresários”.

Vale destacar que, no projeto Aprender a Estudar Textos, optamos por colocar em destaque somente os participantes em posição de "tema", isto é, localizados no ponto de partida de cada oração.

Por isso, voltando ao texto “A escravidão das cidades”, observamos que os coletivos humanos: "alfaiates", "sapateiros", "ferreiros", "barbeiros", "carpinteiros", “pedreiros”, “ourives”, “escultores”, “músicos”, “pintores” eram os grupos de pessoas que "atendiam a população" nas vilas e cidades das regiões mineradoras.

Passo 3

Usar a linguagem para melhorar compreensão

O texto “A escravidão nas cidades” pode ser considerado uma explicação histórica, pois apresenta diversos acontecimentos relacionados de modo causal.

Assim, cumpre principalmente a função de explicar que a exploração do ouro fez com que muitas pessoas migrassem para as regiões das minas e que esses deslocamentos possibilitaram:

  • o surgimento de vilas e cidades, bem como o crescimento de outras que já existiam na época,
  • a ampliação da permuta de bens e serviços (“o comércio”), que por sua vez levou ao desenvolvimento de muitas atividades e ofícios.

Também encontramos no texto sequências descritivas que listam exemplos das tarefas realizadas pela população negra, ainda na condição de escravidão (“transportavam pessoas”, “faziam o calçamento e a pavimentação de ruas”, entre outras).

Passo 4

Juntando as peças do quebra-cabeça

A seguir, propomos um conjunto de atividades a serem realizadas antes, durante e depois da leitura do texto “A escravidão nas cidades”, considerando os aspectos da linguagem que foram analisados nos passos anteriores.

Para te ajudar a enriquecer a implementação das atividades na prática, disponibilizamos explicações detalhadas e exemplos de perguntas-guia para cada etapa proposta.

Ao final da página, você poderá baixar gratuitamente os materiais necessários para o trabalho em sala de aula.

Antes da leitura

Como preparar os alunos para aprender com o texto?

Atividades para realizar em sala de aula

  • Pensar no texto a partir vocabulário:
    • Propor que os alunos organizem o vocabulário do texto em grupos, a partir da identificação de características que relacionam as diferentes palavras.
    • Lembrá-los que, nos textos de História, encontramos termos específicos que informam quem (PARTICIPANTES) fez o quê (ACONTECIMENTOS), quando (LOCAL), onde (TEMPO) e por que (CAUSA).
  • Listar dúvidas, conjecturas e perguntas sobre o tema:
    • Convidar os alunos a imaginar o que as palavras analisadas explicam no texto.
    • Promover a formulação de suposições e perguntas, utilizando o vocabulário classificado.
    • Discutir quais hipóteses são coerentes com o tema “Escravidão nas cidades”, complementando ou modificando as contribuições das duplas.
Organização da turma Materiais
A primeira atividade deve ser realizada em duplas; a segunda, de forma coletiva.
  • Na primeira atividade, cada dupla receberá cartões recortáveis com o vocabulário do texto, bem como uma folha sulfite para organizar os diferentes grupos de palavras.
  • Na segunda atividade, será necessário usar uma lousa ou cartaz para registrar as questões e conjecturas dos alunos.

Por isso, as perguntas e intervenções do professor devem:

  • Mobilizar o que os alunos já sabem, a fim de ancorar o estudo do texto nos seus conhecimentos prévios.
  • Ajudar a explicitar as dúvidas e curiosidades dos alunos sobre o conteúdo.

Dessa forma, é possível criar um propósito compartilhado para a leitura que oriente a recepção geral do texto.

Pensar no texto a partir do vocabulário

A atividade consiste em propor aos alunos uma classificação do vocabulário do texto para enriquecer a formulação de antecipações e perguntas a serem exploradas durante a leitura.

O desafio consiste em formar grupos de palavras a partir da identificação de uma característica que as relaciona ou de um conceito geral ao qual se subordinam.

 

Durante a leitura

Como ler em voz alta para favorecer a compreensão?

Atividades para realizar em sala de aula

  • Realizar uma leitura expressiva, em voz alta, do texto:
    • colocando em destaque as palavras classificadas;
    • enfatizando os verbos que indicam relações de causalidade (“atraiu” e “possibilitou”).
  • Retomar as principais informações apresentadas e identificar a necessidade de releitura do texto, verificando conjuntamente:
    • as hipóteses que foram acertadas;
    • as questões que ficaram em aberto.
Organização da turma Materiais
Realização de forma coletiva
  • Texto original.
  • Lousa e formato para os alunos verificarem as hipóteses e conjecturas registradas antes da leitura.

Para isso, ouvir a leitura em voz alta feita por um leitor mais experiente pode ajudar a focalizar a atenção compartilhada dos alunos sobre o texto. Neste momento, algumas intervenções são importantes:

  • Antecipar formas de usar a sua voz e seus gestos para dar ênfase ao que o texto diz, a como diz, ao que quer dizer.
  • Promover a identificação conjunta de questões que não foram resolvidas e precisam de um estudo mais aprofundado do texto.

Como professor, você já estudou conosco aspectos relacionados ao conteúdo e à linguagem dos textos e, por essa razão, é capaz de ajudar os alunos a explicitar suas incompreensões e formular novas perguntas, motivando-os a participar das atividades de releitura e a realizar anotações no texto.

Realizar uma leitura expressiva, em voz alta, do texto

A leitura em voz alta que propomos é aquela feita pelo professor, que se coloca como modelo de leitor para seus alunos.

Por ter estudado o texto em profundidade e conhecer os objetivos de aprendizagem esperados, o professor consegue enriquecer a leitura com gestos faciais e corporais apropriados, modificando o volume e o tom de voz para ajudar a manter e guiar a atenção dos aprendizes.

O uso intencional da voz, dos gestos faciais e corporais estimula a percepção de maior número de detalhes e o acompanhamento do fluxo da informação e das relações expressas, dando aos alunos a oportunidade de pensar mais e melhor sobre aquilo que está sendo explicado no texto.

Identificar a necessidade de releitura do texto

Após a leitura em voz alta, o professor novamente será o encarregado de agir como modelo de quem formula perguntas ao texto e reconhece aquilo que ainda gera dúvidas, convidando os alunos a participar das atividades de releitura e anotação.

Questões como essa podem ajudar os estudantes a perceber a necessidade de ampliar a sua compreensão do vocabulário, bem como das relações entre as unidades informativas apresentadas no texto (de causalidade, temporalidade, composição, contraste).

Aprofundando a leitura

Como explorar juntos o vocabulário e a estrutura do texto?

Atividades para realizar em sala de aula

  • Converter o texto em tabela
    • Lembrar os alunos sobre como funciona a organização do texto em formato de tabela.
    • Exemplificar os modos de leitura possíveis: na horizontal, da esquerda à direita; e na vertical, de cima para baixo.
  • Quem fez o quê? Por que? Para que? Analisar as relações entre os participantes e os processos-chave
    • Chamar atenção para os tipos de informação segmentados na tabela.
    • Anotar as partes do texto:
      • Explicação causal indicada pelos verbos causais “atraiu” e “possibilitou”.
      • Exemplos das ocupações que surgiram nas vilas e cidades.
      • Exemplos das tarefas realizadas pelas pessoas escravizadas nesses locais.
Organização da turma Materiais
Realização de forma coletiva
  • Você precisará de uma versão do texto em formato de tabela (seja uma transcrição na lousa, um cartaz impresso ou uma projeção utilizando datashow).
  • As crianças também devem ter acesso a uma folha com essa versão do texto (sem as linhas, flechas e os nomes das colunas).

Texto reformatado em tabela com indicações para orientar a discussão sobre o sentido da leitura e os tipos de informação apresentados.

Ao reler os textos com a mediação do professor, os alunos têm a oportunidade de identificar, localizar, anotar e comentar a linguagem utilizada para descrever, relatar, explicar o que aconteceu, com quem, como, por que, etc. Por sua vez, você como professor tem a chance de observar o raciocínio dos alunos para oferecer pistas ajustadas às necessidades de cada um no processo de aprendizagem. 

Para isso, propomos:

  • Retomar e aprofundar a compreensão das questões levantadas antes da primeira leitura desse texto em particular.
  • Colocar em prática um conjunto de procedimentos de análise, tanto do vocabulário quanto da organização do texto, a fim de que os alunos ganhem autonomia para enfrentar a tarefa de ler para aprender.

Quem fez o quê? Por que? Para que? Analisar as relações entre os participantes e os processos-chave

A atividade permite um aprofundamento nos fenômenos ou acontecimentos informados pelo texto, focalizando sua atenção nas relações estabelecidas entre os participantes e os processos citados nos fragmentos textuais em análise.

Durante a releitura do texto, é preciso mostrar aos alunos o modo de identificação dos participantes (nomes e grupos nominais) e dos acontecimentos (verbos e grupos verbais), apoiando a análise oral com a anotação escrita. Podemos aproveitar o momento para desempacotar informações e, se for o caso, tornar evidente as ligações entre as informações (temporais, causais, de finalidade, comparação, contraste, etc.).

A partir da análise de um fragmento textual é possível tornar visível aos aprendizes as relações que se estabelecem entre as diferentes unidades informativas. Para tanto, são úteis os seguintes procedimentos: reler, questionar, anotar ou transcrever em tabela e comentar.

Exemplos de orientações e perguntas-guia

Após a leitura

Como ajudar os alunos a integrar o que aprenderam com o texto?

Atividades para realizar em sala de aula

Reescrever o texto em resposta a uma pergunta norteadora

  • Retomar os conteúdos estudados nos últimos textos, procurando que os alunos recuperem o que aconteceu depois que os portugueses encontraram metais preciosos no nosso território e por quê.
  • Planejar na lousa a escrita de um texto, considerando as informações que devem ser incluídas:
    • Qual a relação entre a extração de ouro e o surgimento de vilas e cidades?
    • Que serviços se tornaram necessários para atender a população desses locais?
    • Que trabalhos eram realizados pelas pessoas escravizadas nas cidades?
Organização da turma Materiais
Essa é uma atividade composta de dois momentos, um de participação coletiva e outro de escrita em duplas. Caderno e/ou folha sulfite.

Assim, espera-se que possam:

  • Usar o que compreenderam para reescrever o conteúdo do texto ou representá-lo esquematicamente (por meio de linhas do tempo, diagramas de fluxo, etc.).
  • Apropriar-se da linguagem dos textos na medida em que vão utilizando-a para comunicar o que aprenderam.
  • Explicitar as conquistas alcançadas e identificar aspectos que ainda precisam ser alvo do trabalho educativo.

Para isso é fundamental que o professor dê espaço para os alunos enfrentarem os desafios propostos, sem “atalhos” que os levem a uma resposta aparentemente certa mas que pouco os ajude a estabelecer conexões por si mesmos e explicitar seu próprio raciocínio para consolidar as aprendizagens propiciadas.

Reescrever o texto em resposta a uma pergunta geral sobre o tema

A atividade de reescrita de um texto oferece oportunidades valiosas para a apropriação de conhecimentos históricos e conhecimentos letrados. Quando propomos que os alunos formulem uma explicação sobre o tema estudado, não devemos esperar que o reproduzam de cor e nem literalmente, mas sim que escrevam um texto com sentido, onde seja possível reconhecer as ideias que foram lidas e analisadas na fonte original.

Neste caso, propomos convidar os alunos a lembrar de tudo o que aprenderam sobre o tema estudado e escrever um texto sobre o mesmo.